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Cinco iniciativas de criptofilantropia que você precisa conhecer

Criptofilantropia?

Com o surgimento das criptomoedas, as tecnologias blockchain têm trazido grandes mudanças na nossa forma de utilizar o dinheiro. E mesmo no âmbito da filantropia – que é o ato de ajudar o próximo através da caridade – não poderia ficar imune a isso. Como bem sugere seu nome, a criptofilantropia é todo tipo de atividade filantrópica que se utiliza, de algum modo, das tecnologias de cripto.

Vantagens da criptofilantropia

Realizar transações monetárias nunca foi tão fácil como hoje. Com o surgimento das criptomoedas, enviar dinheiro para qualquer parte do mundo passou a ser mais rápido e barato do que nunca.

Para as instituições filantrópicas, que frequentemente operam em nível internacional e dependem de doações para existir, o cripto é uma grande possibilidade de angariar fundos para suas causas. Com alguns poucos cliques, o usuário pode realizar caridade em qualquer parte do planeta.

Outro grande atrativo é a maior transparência das transações. Como as tecnologias de blockchain registram em uma espécie de planilha pública todas as transações realizadas, fica mais fácil para o doador ver que o dinheiro doado realmente chegou a seu destinatário. Isso gera mais confiança ao sistema, pois não são poucos os usuários que receiam doar por desconfiar dos maus usos do dinheiro.

Desvantagens da criptofilantropia

A maior parte das desvantagens estão ligadas ao próprio desconhecimento da tecnologia. Como ainda são relativamente poucas as pessoas que conhecem e utilizam criptomoedas, o volume de doações nesse setor ainda é pequeno quando comparado às moedas fiat: o dólar, o euro, o real, o peso, e assim por diante.

Afora isso, ainda há grande receio quanto à flutuação do valor das criptomoedas – o que provavelmente se tornará um fator de menor impacto com a popularização das stablecoins. Ademais, sempre é possível transacionar a criptomoeda por uma moeda fiat rapidamente, evitando maiores perdas (ou ganhos!) devido às flutuações.

Inovações da Criptofilantropia

Com tudo isso, entidades filantrópicas tradicionais têm se aproveitado do potencial das criptomoedas para ganhar mais pessoas para suas causas. É o caso de alguns grupos bastante conhecidos, como a Unicef, a Hope e a Cruz Vermelha, que já aceitam doações em algumas das criptomoedas mais famosas.

Mas afora tais maneiras mais tradicionais de filantropia, o blockchain possibilitou a criação de novas maneiras fazer e de receber doações. Algumas entidades criaram suas próprias criptomoedas como uma maneira de incentivar causas: ao inserir suas criptomoedas no mercado, tais grupos podem financiar suas atividades através da valorização de seu token.

Outro tipo de inovação bastante relevante é o surgimento dos criptofundos especializados em atividades filantrópicas, que se utilizam do blockchain para dar transparência às transações realizadas e aos projetos suportados.

A seguir, elencamos algumas das iniciativas mais relevantes de criptofilantropia que estão por aí hoje.

Iniciativas criptofilantrópicas

1. Kickico

A plataforma Kickico é especializada em apoiar projetos filantrópicos e iniciativas de empreendedorismo através do blockchain. Qualquer pessoa pode criar seu próprio projeto no site, que abriga iniciativas em TI, biotecnologia, agricultura e assim por diante.

O site possuí a sua própria criptomoeda, o KickToken (KICK), através da qual as transações são realizadas. Com a apreciação no valor do KICK – que atualmente tem uma capitalização de mercado estimada em USD 1.24 milhões – o site consegue auferir lucros e manter-se no ar.

2. PinkCoin

Semelhante à Kickico, a PinkCoin é uma plataforma que faz a intermediação entre pessoas dispostas a doar e causas filantrópicas – como fundos de apoio à desastres ambientais, iniciativas na área de educação, saúde e assim por diante.

Ela possui sua própria moeda, o PINK, cujo valor de capitalização de mercado é atualmente estimado em USD 700 mil. Trata-se de uma altcoin como outras, que pode ser comprada ou vendida através do site de plataforma, valorizar ou desvalorizar. Nesse sentido, seu diferencial é o propósito da moeda e sua comunidade de usuários – pois a maior parte das transações são feitas com o propósito da doação. Investir em PINK também é uma maneira de se investir nas causas da plataforma.

3. Pineapple Fund

Pineapple Fund foi criado por um doador completamente anônimo. Segundo o site do projeto, este indivíduo, que se identifica apenas como “Pine”, conseguiu 5104 em mineração de Bitcoins nos primeiros anos de existência da criptomoeda.

Com o lema “a partir do momento que você tem dinheiro suficiente, o dinheiro não importa mais”, o sujeito vendeu todos seus Bitcoins em 2017, conseguindo 55 milhões de dólares. Esse valor foi revertido para diversas causas filantrópicas ao redor do mundo, que você pode conferir no site.

4. BitGive Foundation

Criada no ano de 2013, a BitGive Foundation é uma plataforma de doações de bitcoins que abriga projetos filantrópicos ao redor de todo mundo. Além da velocidade das transações e dos baixos custos, um de seus grandes diferenciais é a transparência – os usuários podem acompanhar em tempo real suas transações, além de saber o que foi feito com o dinheiro doado.

Com isso, foram financiados projetos que fornecem água limpa para lugares que sofrem com a seca, bem como a construção de moradias populares e suporte à vítimas de desastres naturais. Tudo isso com criptomoedas.

5. GiveCrypto

Outra inovadora plataforma de doação de cripto é a GiveCrypto. Diferentemente da BitGive, as doações não são feitas para um projeto ou ONG, mas diretamente para pessoas necessitadas de dinheiro.

As ferramentas de blockchain são especialmente úteis para esse tipo de caridade. Segundo o site do projeto, 2 bilhões de pessoas possuem celular, mas não uma conta bancária. Assim, as pessoas beneficiadas podem receber valores em carteiras virtuais de celular, a partir das quais é possível sacar na moeda local ou realizar transações online.

Conclusão: o cripto é bom para a filantropia!

Como vimos, muitas iniciativas inovadoras no setor da filantropia ganharam forma com o surgimento e a popularização das tecnologias de blockchain e das criptomoedas. Mas ainda há grande potencial nesse setor!

No contexto da América Latina, ainda são poucas as iniciativas criptofilantrópicas. Mas, com a popularização do cripto em nosso continente, entidades de filantropia certamente poderão se beneficiar dessas tecnologias.

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